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Museu comunitário: como criar e os principais benefícios para a sociedade

Descubra o papel do museu comunitário e como é possível trazer o modelo para sua realidade.

As pessoas visitam museus por inúmeros motivos, e é nesse contexto que entra, também, o museu comunitário. 

Este tipo de instituição museológica pode trazer um recorte único da história de uma comunidade, sua cultura e seus costumes. Saiba mais sobre ele e como é possível viabilizar sua criação no decorrer desse artigo.

Entendendo o conceito de museu comunitário

Em linhas gerais, é possível afirmar que um museu comunitário é criado pela própria comunidade, onde os próprios cidadãos criam um local acessível para que os visitantes possam obter uma visão mais aprofundada da história e dos costumes locais.

Dessa forma, ele atua como uma ferramenta para a comunidade afirmar a posse física e simbólica de sua herança, por meio de suas próprias formas de organização.

Através do museu comunitário, os membros da comunidade constroem um autoconhecimento coletivo, promovendo reflexão, crítica e criatividade.

Essa iniciativa ajuda a fortalecer a identidade, porque legitima a história e seus próprios valores, projetando o modo de vida da comunidade dentro e fora dela. Com isso, consolida a memória que alimenta as aspirações futuras deste povo.

Um museu comunitário também atua como mola propulsora de projetos voltados para melhorar a qualidade de vida, oferecendo treinamento para enfrentar diversas necessidades, fortalecendo a cultura tradicional, desenvolvendo novas formas de expressão, promovendo a valorização da arte popular e gerando turismo controlado pela comunidade.

Por isso, instituições assim se transformam em uma ponte para o intercâmbio cultural com outras comunidades, o que possibilita descobrir interesses comuns, forjar alianças e integrar redes que fortalecem os envolvidos por meio de projetos conjuntos.

Exemplos de museus comunitários no Brasil

  • Museu Comunitário Poço Comprido: localizado em meio à mata setentrional de Pernambuco, integra as instalações do engenho, tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. A instituição ainda ministra cursos e atividades que auxiliam na formação da comunidade local;
  • Muquifu – Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos: localizado em Belo Horizonte (MG), ele mostra a narrativa dos moradores da região – que chegaram lá antes mesmo da própria cidade. Lá é possível ver de perto o papel social de um museu comunitário – como através de uma exposição construída com objetos dados pelos patrões das empregadas domésticas que vivem na comunidade;
  • Museu Comunitário Casa Schmitt: tombado como patrimônio histórico e artístico nacional, é um dos mais antigos marcos da arquitetura enxaimel: ainda conserva as características originais e abriga muito da história e arquitetura dos movimentos migratórios alemães em Novo Hamburgo (RS) e região;
  • Museu da Maré: desenvolvido por um grupo de jovens da Maré, localizada no Rio de Janeiro (RJ), tem como objetivo fazer uma auto representação da comunidade – mas com o foco em fortalecer os aspectos positivos e a autoestima de seus moradores. Seu acervo é composto por doações locais e foi idealizado para seguir em constante expansão, seguindo o movimento arquitetônico e populacional das favelas.

Como criar um museu comunitário

Se a leitura até aqui te inspirou a criar uma instituição que abrigue o patrimônio cultural e histórico de sua comunidade, saiba que esse processo de criação tem duas etapas: a criação do primeiro consenso e o desenvolvimento do plano museológico.

A criação do primeiro consenso envolve o momento em que o grupo diretor toma a iniciativa de consultar os órgãos de tomada de decisão da comunidade ou uma rede de organizações comunitárias para gerar um amplo consenso em torno do projeto.

Nesse momento deve-se discutir tópicos como:

  • A criação ou não do museu;
  • A nomeação de um comitê que será responsável pelo projeto;
  • A seleção de temas a serem apresentados pelo museu;
  • O local que abrigará o museu comunitário.

A partir deste ponto, o comitê do museu deve planejar um calendário de ações voltado para:

  • Fortalecer o consenso;
  • Criar coletivamente as exposições;
  • Gerenciar o suporte necessário para a criação e a gestão da instituição;
  • Promover a construção civil do museu;
  • Criar ou estreitar as relações com outras comunidades.

Como garantir uma gestão eficaz para seu museu comunitário?

Em instituições deste formato, a gestão também deve ser um processo organizado e otimizado, a fim de garantir o pleno funcionamento do local e seu papel dentro da sociedade que representa.

O ideal é que os processos sejam eficientes e assertivos – e o Sophia Acervo é a ferramenta ideal para isso.

Sua interface é fácil de ser operada e seus recursos tem foco na otimização dos processos diários, como a gestão de acervos, consulta remota à base de dados e muito mais.

Fale com nossos especialistas e descubra como o SophiA Acervo pode auxiliar na gestão de um museu comunitário

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