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Como implementar a cultura maker mesmo no estudo remoto

O momento atual demanda ainda mais incentivo à prática do aprendizado pela descoberta, no qual o aluno é o protagonista da aquisição de conhecimento

Com as escolas fechadas em razão da Covid-19 e a adoção do ensino a distância, pode ser desafiador manter - e ainda mais, implementar - a cultura maker no aprendizado. Mas as épocas de mudanças, como a atual, podem ser um bom momento para tirar um projeto do papel ou adotar medidas para que hábitos, como a cultura maker, continuem funcionando e trazendo benefícios para o processo de aprendizagem dos estudantes.

Afinal, o que é a cultura maker?

Na cultura maker, o conceito é o de que as escolas devem formar pessoas capazes de fabricar, construir, reparar e alterar objetos com suas próprias mãos. O famoso “faça você mesmo”, que coloca o aluno como um protagonista em busca de seu conhecimento. Nesse cenário, a colaboração e a transmissão de informações são extremamente importantes.

Mas como criar ambientes interativos e de troca, se não há mais um espaço físico para abrigar a todos para este fim? Como colocar a cultura maker em prática se já não se pode mais usar as salas ou laboratórios projetados para este fim? Bom, esses parecem ser novos desafios a serem enfrentados por instituições de ensino no mundo todo. A sua escola pode não conseguir mais colocar um laboratório de fabricação à disposição dos alunos, mas isso não quer dizer que não seja possível criar algo similar em casa.

É muito difícil que os alunos tenham em seus lares impressoras de alto nível ou máquinas que façam cortes a laser, mas, para pequenas experiências científicas que trarão conceitos teóricos e práticas importantes, eles terão o mínimo para fazer descobertas incríveis usando apenas materiais do dia a dia. Os experimentos são um importante pilar para conquistar conhecimento na prática, não só na teoria, por meio de observação e com o espírito “faça você mesmo”.

Alguns exemplos: para aqueles que estão estudando os estados da matéria, que tal uma experiência com a água? Pode-se explorar seu ciclo, o impacto desse recurso, entre muitos outros aspectos relevantes. Uma outra opção, para estudar conceitos de física e matemática, é pensar em como construir pontes de macarrão, por que alguns modelos funcionam e outros não? Vocês podem pensar como costurar uma máscara e, então, discutir a importância desse item atualmente. São muitas as opões!

A interação e a transmissão de informações podem ser feitas online, em salas de conferência ou em transmissões ao vivo. Cada um pode ficar responsável por uma parte da experiência e compartilhar os resultados com os demais. Os professores podem se unir para juntar mais de uma matéria na mesma experiência e realizar a mediação dos resultados com os estudantes. Será necessário aprender a interagir e trocar informações de novas maneiras.

Hora de buscar alternativas para continuar inovando

Esse pode não ser o cenário ideal, mas existem boas alternativas para continuar a incentivar os alunos na importante estrada que leva à descoberta e ao conhecimento, não oferecendo apenas os mesmos métodos de ensino, mas inovando para atrair o interesse dos estudantes e usando desse momento de mudanças a favor da escola e da comunidade escolar.

Veja abaixo duas atividades para incentivar o aprendizado autônomo por meio de experimentos:

• Experiência da bexiga à prova de fogo

Os alunos vão precisar de dois balões, fósforos e água. Encher um balão sem nada e um com água e amarrar normalmente. Colocar o balão sem água em contato com a chama do fósforo e observar o que ocorre. Depois, colocar o balão com água em contato com o fogo e observar o que ocorre. Nesta experiência, podem ser abordados os conceitos de pressão e capacidade de alguns materiais em absorver o calor. Incentive seus alunos a testarem o que ocorre com outros tipos de material dentro do balão. Será que ele irá estourar com outro tipo de material dentro?

• Experiência do ovo flutuante

Agora, uma outra sugestão simples, para abordar o tema densidade. Será preciso dois ovos, dois copos, água e sal. Colocar um ovo cru no copo com água doce e o outro, em um copo com água salgada. Observar o que ocorre nos dois casos. Discutir com os estudantes por que um dos ovos afunda e o outro flutua. Você pode instigá-los a fazer alguns testes adicionando partes iguais de água doce e salgada e observar a movimentação do ovo.

Dica de ouro

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