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Por SophiA Em Gestão Escolar Atualizada em 29 AGO 2018 - 11H06

Como a cultura maker atua na educação?

O conceito de cultura maker é importante para a educação, pois promove a criatividade e a autonomia dos alunos, levando a um aprendizado significativo

A educação do século XXI vem passando por constantes mudanças a fim de acompanhar a evolução da sociedade, porém o que é visto hoje em boa parte das salas de aula do país ainda está longe de ser o ideal. Isso acontece porque as crianças e os jovens em fase escolar cresceram em uma realidade totalmente diferente, na qual os recursos tecnológicos fazem parte do dia a dia, seja para lazer ou mesmo para estudar.

Mas não é só a tecnologia que está mudando a forma com que os estudantes encaram a educação. O novo perfil do aluno exige que as escolas estimulem sua autonomia e a participação ativa no processo de ensino-aprendizagem, o colocando como protagonista da sua trajetória educacional.

Para atender essas transformações, alguns colégios estão adotando a cultura maker. Se você ainda não ouviu falar sobre essa proposta voltada para a educação, recomendamos que você leia este artigo até o fim e descubra tudo sobre o conceito.

Saiba o que é e como funciona a cultura maker

Antes de apresentarmos os benefícios da junção entre a cultura maker e a educação, vamos explicar um pouco melhor esse conceito. Podemos dizer que ele é uma extensão da ideia de faça você mesmo, conhecida no inglês como Do It Yourself (ou simplesmente DIY).

Por meio da cultura maker, as pessoas são incentivadas a construir, consertar, modificar e fabricar os mais diversos tipos de objetos e projetos com suas próprias mãos, sem a necessidade de ser especialista em algo. No Brasil, o conceito começou a ser disseminado em grandes eventos que reúnem anualmente muitas pessoas, como Campus Party e Arduino Day.

Educação e cultura maker: como acontece essa parceria?

A ideia de fazer você mesmo, colocando a “mão na massa” para que os projetos sejam realizados com êxito, vem fazendo sucesso em algumas instituições de ensino do país. De acordo com especialistas em educação, a cultura maker é uma grande aliada para formar cidadãos aptos a pensar fora da caixa.

Luciano Meira é um exemplo de profissional com essa visão. Em entrevista ao Estadão, o professor de psicologia da Universidade Federal de Pernambuco e especialista na relação entre cultura maker e aprendizado aponta que o modelo atual de ensino é muito centrado na teoria e menos no objetivo de levar o aluno à imersão de forma prática.

Com base em pensamentos como esse e em busca de mudanças reais, muitas instituições de ensino estão unindo a educação com a cultura maker, e a tecnologia é uma grande aliada para que essa parceria alcance o sucesso. Computadores, tablets e impressoras de última geração ajudam os alunos a desenvolverem nos laboratórios uma série de projetos baseados no faça você mesmo.

Mas é importante ressaltar que a cultura maker deve estar presente no dia a dia dos jovens, e não ficar restrita somente aos laboratórios. Somente assim é possível traçar um aprendizado diferente, envolvente e engajador.

Conheça os benefícios que a cultura maker proporciona para a formação dos estudantes

Vimos que a cultura maker coloca o aluno como ser ativo no processo de ensino-aprendizagem, e essa postura tem poder transformador em toda a sua formação. A seguir, listamos os principais benefícios que ela traz para a educação:

•Estudantes desafiados a participar ativamente dos projetos, podendo construir suas próprias criações;

•Desenvolvimento da criatividade, da autonomia e do protagonismo;

•Pensamento fora da caixa;

•Ampliação do interesse dos alunos por meio de aulas colaborativas;

•Foco na resolução de problemas;

•Elaboração de soluções criativas e eficazes para o meio em que estão inseridos.

Nesse artigo vimos como a cultura maker e os recursos tecnológicos são importantes para transformar para melhor a educação em todo o país. Essa mudança nas instituições de ensino é urgente e pode começar por meio de uma gestão mais eficaz.

Hoje, por exemplo, as escolas podem contar com softwares de gestão como o SophiA, desenvolvido pela Prima. Essas plataformas ajudam a otimizar uma série de tarefas diárias de cunho administrativo e financeiro, permitindo que a equipe gestora foque seu trabalho na área mais nobre da instituição, que é a educação de crianças e jovens.

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