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Por SophiA Em Blog Atualizada em 29 ABR 2021 - 17H32

Responsabilidades da escola na saúde mental de professores, alunos e responsáveis

Sua escola pode e deve ir além da missão acadêmica e criar ações que beneficiem a comunidade escolar, como eventos e atendimentos especializados sobre saúde mental

Desde os anos 1990, tem-se observado no mercado um movimento das empresas em direção à Responsabilidade Social, cada vez mais, elas se preocupam em não apenas lucrar, mas fazer a diferença no mundo. Principalmente as empresas privadas, escolas inclusas, passaram a se preocupar com outras responsabilidades, aquelas que vão além de sua missão original - que no caso da instituição de ensino, a de educar - e interferem mais diretamente na sociedade, seja atuando em favor do meio ambiente ou da saúde física e mental da comunidade, por exemplo.

Saúde mental na escola

Já existem inúmeros trabalhos sobre a importância de se tratar da saúde mental dentro do ambiente escolar. Responsabilidade Social, para as escolas, portanto, é também entender os conflitos que podem surgir dentro da instituição ou no núcleo familiar e de que maneira é possível estender a mão à comunidade escolar, oferecendo ajuda e, até mesmo, tratamento qualificado. Cuidar da saúde mental de professores, alunos e responsáveis influencia diretamente no desempenho escolar, afinal, quando as coisas não estão bem, é natural que o rendimento caia.

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Se existe essa ligação direta entre o bem-estar mental e o bom desempenho escolar, organizar uma estrutura de acolhimento profissional para cuidar da saúde mental deve ser um ponto de atenção, certo? Se devemos nos preocupar com boas notas e presença e participação nas aulas, é claro que devemos nos preocupar também com aquilo que faz com que esse comprometimento diminua.

Capacitação e portas abertas

É essencial que a escola invista em seus profissionais para qualificação. Quando o assunto é saúde mental, é importante que a pessoa que irá oferecer ajuda tenha uma formação adequada, na área da psicologia ou psiquiatria, além de experiência em diálogos com crianças, jovens e famílias, tendo atuado com estes públicos em escolas ou outros locais de atendimento. É preciso também que toda a comunidade escolar saiba que este é um assunto que não deve ser abafado ou escondido, que existe ajuda por parte da escola e que este canal está sempre de portas abertas. Não se esqueça que o sigilo e a discrição são itens indispensáveis para um bom atendimento!

Observação e orientação

Muitos dos problemas podem passar invisíveis aos olhos se não há o hábito de se observar o comportamento da comunidade escolar. É bem provável que, mesmo com o incentivo da escola para que se faça uso do atendimento psicológico, algumas pessoas ainda não se sintam à vontade para falar abertamente de problemas. A observação é uma grande aliada nestes casos, um profissional bem qualificado consegue observar, pelo comportamento em grupo, por respostas em dinâmicas ou mesmo em uma breve conversa, se existem questões a serem tratadas e que ainda não vieram à tona. Observar pode ajudar a descobrir e orientar casos de:

• Violência e abuso físico

• Bullying

• Preconceito por cor, gênero ou orientação sexual

A escola que cuida da saúde mental de sua comunidade está sempre atenta aos pequenos – mas importantes – sinais de alerta.

Eventos presenciais ou online e aulas extracurriculares

A escola pode promover transmissões online ou eventos presenciais para abordar os temas mais comuns de saúde mental na escola. Esses eventos podem ser abertos ao público ou individualizados, caso haja algum caso específico a ser tratado. As dinâmicas em aulas de teatro e expressão corporal também podem ajudar muito na hora de perceber ou entender determinados problemas enfrentados por professores, alunos e responsáveis.

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E aí, vamos falar de saúde mental?

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